NutriGEN 2016: Caminhos para o Sucesso


 Conheça os convidados

No dia 20 de outubro, o centro do Rio de Janeiro será sede do NutriGEN 2016. Em sua 11ª edição, o evento traz dicas incríveis e experiências únicas de profissionais renomados da área de Nutrição e Gastronomia, que vão contar ao público suas histórias reais de sucesso.


Cynthia Howlett

Cynthia Howlett, nutricionista com especialização em nutrição esportiva, jornalista e apresentadora de "Alternativa Saúde" e "Perdas e Ganhos" (canal GNT/Globosat), ela que também desenvolve programas voltados para a longevidade através de uma orientação nutricional voltada para a saúde da mitocondria, chamado: MITO-VIE, estará presente ao lado de Virgínia Nascimento, nutricionista especializada em Fisiologia Digestiva e em Psicologia Social e diretora da Clínica de Orientação Nutricional- CLION-RJ, no primeiro bloco do talk show, conduzido  pela publicitária Shanna Faria Honório, abordando o tema “Os segredos para uma carreira de sucesso”.

Virgínia Nascimento

Virgínia revela que vai trazer novidades para a platéia e expor sua trajetória profissional, baseada em qualificação constante, inserção em equipe multiprofissional, e envolvimento com áreas afins de minha atuação. “O NutriGEN 2016 traz um assunto muito importante para os profissionais da área e para o mercado: atualização e motivação são os principais caminhos para o sucesso”, diz.

Em Agosto, você vai conhecer um pouco mais sobre os convidados para o segundo bloco de palestras. Acompanhem nosso blog e redes sociais, e garanta já a sua vaga no  evento: Acesse NutriGEN2016!

Leitura do Mês: Programa de Alimentação do Trabalhador — Avaliação da Refeição Almoço



O livro faz parte de uma série multidisciplinar, e traz um estudo relatado que aborda três áreas: Nutrição, Saúde e Avaliação. Com foco no Programa de Alimentação do Trabalhador -PAT, abrange desde a sua operacionalização até as qualidades nutricionais da refeições  (almoços) servidas por Unidades de Alimentação e Nutrição, junto a comensais. 

A importância do PAT como principal política pública brasileira voltada para a alimentação do trabalhador de baixa renda e o fato de atuar em favor da educação nutricional do segmento populacional a que se destina também estão nas páginas do livro.

Editora : Multifoco

Sobre as autoras

Rosa Maria de Sá Alves

Nutricionista, Professora  Adjunta da Escola de Nutrição da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Mestre em Avaliação, especialista em Administração Hospitalar e em Administração de Serviços de alimentação, membro Titular da Academia Brasileira de Administração Hospitalar (Departamento de Nutrição).

Luci Hildebrand 

Professora adjunta da Fundação Cesgranrio e doutora em Ciências da Comunicação.
    
Onde encontrar: FUNDAÇÃO CESGRANRIO / Mestrado Profissional em Avaliação.
Telefone: (21) 3505-9808

Transgênicos no rótulo: direito de todos



No dia 12 de maio de 2016, os consumidores brasileiros venceram mais uma batalha: conquistaram o direito de identificar no rótulo quais alimentos contém ingredientes geneticamente modificados — os chamados transgênicos — independente da quantidade apresentada nos produtos.

Sob a alegação do direito à plena informação, previsto no Código de Defesa do Consumidor, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, manteve decisão favorável à ação do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e voltou a garantir a indicação no rótulo em alimentos que utilizam esses ingredientes.

Tal exigência estava suspensa desde 2012 pelo STF, que atendeu ao pedido da União e da Associação Brasileira de Indústria de Alimentos (Abia), onde defendiam a aplicação do Decreto n° 4.680/03, que flexibiliza a exigência de rotulagem apenas para produtos com mais de 1% de ingredientes geneticamente modificados.

Mas afinal, transgênicos são nocivos à saúde? Para ampliar a discussão em torno da segurança dos alimentos geneticamente modificados, o GEN conversou com a nutricionista Eralda Ferreira, especialista em Nutrição Clínica e Nutrição em Saúde Pública. Confira.

GEN: De acordo com o Portal RGNUTRI, a Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos conduziu um dos maiores estudos sobre organismos geneticamente modificados (OGM), revisando 900 artigos científicos dos últimos 30 anos, quando as primeiras sementes transgênicas foram cultivadas. A conclusão foi que não há evidência alguma de que os transgênicos causem mal a saúde ou a meio ambiente. Você concorda?

Eralda: Se o estudo foi conduzido dentro dos critérios científicos, considero-o aceito como o conhecimento atual sobre o assunto. Mas esta verdade científica de hoje, pode e deve ser questionada e reanalisada quando novas evidências surgirem. Alguns profissionais colocaram a semente transgênica como um grave risco à saúde sem nenhuma evidência que comprovasse esse risco, sem qualquer dado que sustentasse essa suspeita. Isso gera medo, raiva e desconfiança sem provas, somente pela massificação da informação, ou melhor, da falta de conhecimento. O que intriga é que todo o esforço científico e tecnológico necessários para a elaboração de uma semente modificada que fortaleça o desenvolvimento da agricultura do país, não tenha a mesma disseminação. A Embrapa acaba de divulgar o desenvolvimento de uma semente de maracujá da caatinga que resistirá a praga e ao clima, um projeto conjunto com o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento). Todo este trabalho, investimento e tecnologia brasileira são dignos de orgulho nacional.

GEN: Ainda de acordo com o site, existem espécies de transgênicos que podem ter um impacto negativo sobre a saúde, como por exemplo, o arroz dourado – arroz com gene de uma bactéria que é capaz de produzir vitamina A. Isso é verdade?

Eralda: O arroz dourado foi introduzido em uma escala muito pequena na população brasileira. Para que se possa avaliar o real impacto na saúde, seria preciso um longo período de consumo por um número maior de pessoas. A hipovitaminose A é uma carência nutricional que pode acontecer em cidades desenvolvidas, como o Rio de Janeiro, e está associada a sucessivas infecções e diarreia, além da deficiência visual no caso de carências mais graves. O objetivo do uso da tecnologia seria elaborar um produto para ser recomendado para um público específico, como populações com deficiência desta vitamina, normalmente de condição econômica mais vulnerável. Basta saber a possibilidade de acesso a este alimento, sua aceitação no consumo regular e quantidade de ingestão necessária para atingir o nível da suplementação desejada relacionada ao efeito saudável. No caso do Brasil, existem outros alimentos que fazem parte da nossa cultura alimentar como manga, cenoura, abóbora, batata doce que são fontes de carotenoides, alguns dos precursores da vitamina A. A pergunta que se pode fazer é: precisamos de arroz dourado no Brasil? Se houver impacto positivo na saúde e na agricultura e se for uma alternativa a suplementação injetável, estabelecida na política nacional de alimentação e nutrição, sendo menos dispendiosa e mais segura, vamos experimentar! Algumas vitaminas em excesso podem causar efeitos adversos à saúde, similares a sua deficiência.

GEN: O documento citado, porém, reconhece que algumas plantas e insetos estão desenvolvendo resistência aos herbicidas e isso pode levar a um problema agrícola – onde as regras de gestão não são seguidas para evitar que estas resistências apareçam. De fato, a informação está correta?

Eralda: A natureza sempre encontra um meio de resistir. Temos muitos problemas de saneamento básico e recolhimento de resíduos no país, o que facilita a capacidade de resistência destas pragas e dificulta a manutenção de barreiras sanitárias entre cidades e cultivos. Para reduzir o problema é preciso uma ação nacional integrada, com fortalecimento de órgãos orientadores dos agricultores, como os extensionistas da EMATER do Ministério da Agricultura, por exemplo, e os outros órgãos de competência sobre este tema. Conheço o trabalho deles no Estado e é espetacular. O projeto Rio Rural está realizando uma transição para a Agroecologia, mas é um processo demorado e custoso, que por enquanto continua sendo efetuado, apesar da situação atual.

GEN: Quais os benefícios para a sociedade com essa decisão?

Eralda: A sociedade sempre se beneficiará com o direito da escolha dos alimentos, e para isso, é fundamental ter informação. Assim, estabelecemos a oportunidade do consumo consciente e uma relação de confiança com a indústria alimentícia.

Histórico da ação

Relembre os principais fatos envolvendo a ação do Idec para garantir a rotulagem de transgênicos:

2001: Idec entra com Ação Civil Pública contra a União para exigir informação clara no rótulo de alimentos sobre o uso de transgênicos, independentemente do teor de ingredientes geneticamente modificados presentes

2003: publicado o Decreto 4.680/03, que exige rotulagem apenas para produtos com mais de 1% de transgênicos

2007: sentença acolhe o pedido do Idec e obriga rotulagem de transgênicos, independentemente do teor. União e Abia entram com recurso

2009: TRF-1 rejeita recurso e mantém sentença favorável aos consumidores, fruto da ACP do Idec. Abia e União recorrem ao STF.

2012: ministro do STF Ricardo Lewandovski acolhe pedido da União e Abia e concede liminar suspendendo decisão do TRF-1 até que o recurso seja julgado.

maio de 2016: ministro Edson Fachin, do STF, julga e rejeita o recurso, validando decisão do TRF-1 que garante a rotulagem de qualquer teor de transgênicos, como pediu o Idec em 2001.

Fonte: Idec

Nutricionista Eralda Ferreira

Formada pela UNIRIO em Nutrição, é Personal Diet com experiência de 22 anos de Nutrição Clínica (Faculdade São Camilo) e Nutrição Oncológica no INCA, e 17 anos de Nutrição em Saúde Pública.

Leitura do Mês

Alimentos Funcionais: 

Componentes Bioativos e Efeitos Fisiológicos 

2ª Edição





O alimento funcional não existe se não for possível sua aplicação em prol da saúde humana. A 2ª edição do livro inclui novos alimentos e outras doenças como HIV, câncer de mama e doença renal com enfoque maior em compostos como vitaminas e carotenoides e suas propriedades funcionais. 

A primeira parte trata dos compostos bioativos; a segunda, de alguns alimentos com propriedades funcionais; e a terceira, do papel dos compostos bioativos e dos alimentos funcionais na redução do risco de algumas doenças crônicas. 

Renomados autores e coautores traduziram nos capítulos sua própria experiência e a literatura correlata de modo sintético e, ao mesmo tempo, aprofundado sobre os efeitos dos alimentos funcionais. Este livro é agente catalisador para o desenvolvimento de novos grupos de pesquisa e a atualização de profissionais. 

Sumário
Parte I – Compostos Bioativos com Propriedades Funcionais

Parte II – Alimentos com Propriedades Funcionais

Parte III – Alimentos Funcionais e Redução do Risco de Doenças


Sobre as autoras 

Carla de Oliveira Barbosa Rosa

Professora Titular do Centro Universitário Newton Paiva/MG. Nutricionista. Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Universidade de Viçosa/MG. Doutora em Bioquímica Agrícola de UFV/MG
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Neuza Maria Brunoro Costa

Professora Associada da Universidade Federal do Espírito Santo/ES. Nutricionista. Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Universidade Federal de Viçosa/MG. Doutora em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela University of Reading, Inglaterra. Pós-Doutorada em Biodisponibilidade de Minerais pela Purdue University e Colorado University, EUA.

Veja o livro por dentro:  bit.ly/1R0K3Uv
Onde encontrar: http://bit.ly/25h3jDw

5º Prêmio NutriGEN: Confira o regulamento disponível no site



Estudantes e profissionais de Nutrição e áreas afins com atuação profissional nas áreas de Nutrição e Alimentação podem conferir o regulamento para inscrever  trabalhos científicos no 5º Prêmio NutriGEN,  já disponível no site www.nutrigen2016.agcom.com.br/. As inscrições poderão ser realizadas entre 15 de maio a 31 de julho de 2016.

Instituído em 2011, o Prêmio NutriGEN conquistou o reconhecimento de profissionais renomados, devido ao alto nível dos trabalhos científicos apresentados em suas cinco edições. 

Com o objetivo de estimular e contribuir com o desenvolvimento da ciência da Nutrição, os vencedores recebem premiações (1º lugar categoria profissional: R$ 2.000,00 e 1º lugar categoria Estudante: R$ 500,00), após julgados por uma criteriosa comissão avaliadora, constituída pelo Grupo Executivo de Nutrição – GEN, promotor do concurso,  e formada por profissionais experientes e docentes de diversos cursos de Nutrição da cidade do Rio de Janeiro.

Devido à sua importância, todos os participantes ganham destaque e visibilidade através da apresentação de trabalhos ao público presente no evento.

A exposição dos trabalhos ocorrerá durante o NutriGEN 2016,  no dia 20 de outubro, de 13h às 20h.

Confira aqui a edição do NutriGEN 2015 e os vencedores do 4º Prêmio NutriGEN.
Não perca essa oportunidade de demonstrar a sua capacidade! 





Leitura do Mês

"ACERTO – Acelerando a Recuperação Total Pós-operatória" 




O Projeto ACERTO (Aceleração da Recuperação Total Pós-operatória) surgiu há pouco mais de dez anos em razão da utilização de rotinas desgastantes para o paciente cirúrgico, como o jejum no pré e no pós-operatório e o uso indiscriminado de antibióticos. 

Implementado no Hospital Universitário Júlio Müller, em Mato Grosso, esse sistema, hoje referência no Brasil, baseou-se no programa europeu Enhanced Recovery After Surgery (ERAS).

Em sua terceira edição — revista, atualizada e ampliada — este livro define, de modo claro e prático, protocolos para o pré, o intra e o pós-operatório por meio de uma perspectiva multidisciplinar e multiprofissional, além de estabelecer a implementação de condutas nutricionais, metabólicas e anestésicas que objetivam a aceleração da recuperação pós-operatória dos pacientes.

A obra conta também com tópicos que tratam do uso de probióticos e simbióticos em cirurgia, da resposta metabólica ao jejum perioperatório e das atuais diretrizes de jejum pré-operatório recomendadas por várias sociedades internacionais de anestesia. Aborda, ainda, a importância da pré-habilitação em cirurgia, bem como o emprego inovador dos protocolos do Projeto ACERTO na pediatria e na ortopedia.

Trata-se de uma leitura fundamental para cirurgiões e profissionais de diversas áreas da saúde, tais como médicos-intensivistas e hospitalistas, nutricionistas, enfermeiros, farmacêuticos e fisioterapeutas, que terão a oportunidade de se atualizar e acumular um conhecimento alinhado com os avanços e as evidências mais atuais da cirurgia moderna, assegurando, assim, o bem-estar e a cura de seus pacientes. 

Sumário

1 Protocolos de Decisão Médica – Um dos Pilares do Projeto ACERTO
2 Processo de Implantação de um Protocolo Multimodal
3 Auditoria em Cirurgia
4 Triagem e Avaliação do Estado Nutricional do Paciente Cirúrgico
5 Informação Pré-Operatória
6 Terapia Nutricional Perioperatória
7 Jejum Pré-Operatório
8 Realimentação Precoce no Pós-Operatório
9 Hidratação Venosa Perioperatória
10 Evidência Atual para Preparo Mecânico do Cólon
11 Uso Racional de Sonda Nasogástrica e Drenos
12 Uso Racional de Antibióticos e Condutas Profiláticas contra Infecção do Sítio Cirúrgico
13 Analgesia no Pós-Operatório
14 Prevenção de Náuseas e Vômitos no Pós-Operatório
15 Mobilização Ultraprecoce no Pós-Operatório
16 Projeto ACERTO em Cirurgia Bariátrica
17 Projeto ACERTO em Cirurgia Cardiovascular
18 Projeto ACERTO em Cirurgia Torácica
19 Casos Clínicos Discutidos
Índice Remissivo

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Sobre o autor:

José Eduardo de Aguilar-Nascimento


Possui graduação em Medicina, mestrado em Gastroenterologia Cirúrgica e doutorado em Medicina (Gastroenterologia Cirúrgica) pela USP com DOUTORADO SANDWICH - University of London (1993), e Pós-Doutorado na University of Wisconsin-Madison (2006). 

Foi Vice-Reitor e Professor Titular do Departamento de Clinica Cirúrgica da Universidade Federal de Mato Grosso. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Cirurgia Proctológica e Experimental, atuando na pesquisa nas seguintes linhas de pesquisa: nutrição e cirurgia, nutrição de mucosa, imunonutrientes e resposta orgânica ao trauma. 

É responsável pelo grupo de pesquisa Nutrição e Cirurgia da UFMT e pelo projeto ACERTO (www.projetoacerto.com.br). 

Atualmente é Gerente Pedagógico do curso de Medicina da UNIVAG (Centro Universitário de Varzea Grande), Orientador no Curso de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UFMT e presidente da IASMEN (International Association for Surgical Metabolism and Nutrition).

Leitura do Mês

Administração de Unidades Produtoras de Refeições: Desafios e Perspectivas



Escrito por professores e profissionais da área de Alimentação Coletiva, o livro aborda os desafios enfrentados por nutricionistas no dia a dia, e ressalta a importância da aplicação de conceitos teóricos à realidade prática de uma Unidade Produtora de Refeições, termo aplicado a serviços de alimentação externos ao domicílio.

Levando em conta a crescente demanda por esse tipo de serviço no país, "Administração de Unidades Produtoras de Refeições: Desafios e Perspectivas" discorre sobre alguns aspectos da área, como a aplicação de novas tecnologias no setor e a importância da ergonomia para a saúde do manipulador de alimentos. 

Abrange, ainda, temas relacionados com administração e planejamento dessas unidades, aplicação da técnica dietética, gastronomia, ergonomia e segurança no trabalho, gestão de resíduos, controle de custos, treinamentos e consultoria na área de alimentação coletiva. 

Assim, esta publicação traz novas contribuições para acadêmicos e profissionais ao aliar conteúdos teórico-práticos formulados por colaboradores com vivência na área.

Sumário

1 Administração em Unidades Produtoras de Refeições: Conceitos e Métodos
2 Planejamento Físico-funcional de Unidades Produtoras de Refeições
3 Aplicação de Novas Tecnologias em Unidades Produtoras de Refeições
4 Custos e Controle de Materiais em Serviços de Alimentação
5 Gestão de Resíduos Sólidos e Sustentabilidade
6 Ergonomia e Saúde do Trabalhador de Unidades Produtoras de Refeições
7 A Importância da Técnica Dietética na Alimentação Coletiva
8 Gastronomia e Sua Aplicabilidade em Unidades Produtoras de Refeições
9 Capacitação dos Manipuladores em Unidade Produtora de Refeições
10 Consultoria e Assessoria em Alimentação Coletiva
Índice

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Sobre as organizadoras:

Daniela Alves da Silva
Professora-Assisitente do Departamento de Educação Integrada em Saúde do curso de Nutrição da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).
Mestre em Ciência da Nutrição pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG.
Nutricionista pela UFV.

Tatiana Coura Oliveira
Professora-Assisitente do curso de Nutrição da Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG.
Mestre em Ciência da Nutrição pela UFV.
Nutricionista com especialização em Gestão: Alimentos e Alimentação Coletiva pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP),MG.